Publicado em 4 de junho de 2026 por Rui C. Barbosa

Infográfico de imersão a seco

Na ausência de gravidade, os corpos dos astronautas perdem massa muscular e densidade óssea, os olhos sofrem alterações, os fluidos deslocam-se para o cérebro e muito mais – os nossos corpos adaptaram-se à vida na Terra e não foram concebidos para voos espaciais. Encontrar formas de se manter saudável em órbita é uma parte importante da investigação espacial tripulada. Quanto mais participantes nos testes, melhor, mas enviar pessoas para o espaço é dispendioso e complexo.

Os banhos de imersão a seco são utilizados para recriar aspetos da vida em ausência de gravidade na Terra. Semelhantes a banheiras, estes recipientes mantêm os participantes do estudo em suspensão durante vários dias.

Os estudos beneficiam da menor pressão exercida sobre o corpo, uma vez que os voluntários são sustentados e suspensos uniformemente na banheira, uma condição que simula a experiência de flutuação dos astronautas na Estação Espacial Internacional.

Os resultados deste tipo de investigação não beneficiam apenas os astronautas, mas também têm implicações para as pessoas na Terra que estão acamadas durante longos períodos, por exemplo.

Texto original: Dry immersion infographic

Texto e imagem: ESA

Tradução automática via Google

Edição: Rui Barbosa

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